Eu sempre me perguntei por que as pessoas têm que fingir ser alguém que não é só pra poder agradar outras pessoas? Não entra na minha cabeça o fato de elas serem tão absurdamente incapazes de ser fieis a seus próprios ideais que acabam aceitando a norma estabelecida pelas outras pessoas. É como se tudo o que as pessoas sentem fosse facilmente transfigurados em princípios questionáveis.
Se adequar ao meio que vivo é um princípio bastante comum. Mas até que ponto vai essa acomodação no novo mundo, ou nessa nova era?
Mudança sempre foi uma palavra mágica para o movimento do mundo. Estamos sujeitos a ela quase que 24 horas por dia. Chegamos a um ponto de nos enfadar da maneira como estamos vivendo e passamos a buscar um novo rumo ou algo melhor pra nossa auto-estima.
Tentar ou fingir ser alguém que não somos é um passo errado para a nossa concepção de liberdade. Eu mesmo me sinto preso, porque em muitos casos de minha vida tenho que me esconder atrás de muros e portas que não revelem quem eu sou verdadeiramente só pra não ferir as pessoas que dizem me amarem.
Li uma vez numa tirinha da Mafalda a seguinte frase: “Se não fosse por todos ninguém saberia nada”. E estive me questionando a respeito disso. E percebi que mesmo com todo mundo ninguém sabe de nada.
Enfatizo essa frase nas próprias pessoas. Porque mesmo vivendo rodeado de amigos, rodeado de pessoas, nunca saberemos com certeza quem é quem. O pior não é nem essa parte e sim, quando percebemos que não conhecemos nem a nós mesmos.
Por toda a minha vida ganhei um status de garoto santinho. Santinho não porque não fazia travessuras, mas porque todos me viam como o correto e que nunca errava em suas escolhas. O pior é que tais pessoas achavam isso, mas o que não sabiam é que todas as escolhas que fiz na vida não eram certas, mas levaram-me a um mundo de fingimento constante.
Então o que adianta ganhar um status de alguém perfeito, se a imperfeição está dentro da gente? Por que não enxergamos que ser perfeito é ter defeitos e que todo mundo tem?
Pra finalizar deixo um pedaço de uma música duma banda chamada Rosa de Saron, o qual ganhei um DVD de presente de alguém especial. Onde diz:
“Se tudo está certo, mesmo assim a incerteza existe
Se existe a pureza, mesmo assim há falta da inocência
Se existe alegria, mesmo assim alguém sempre chora”
Viver uma vida onde você não faz o seu papel é estar incerto mesmo que os outros o achem certo. É estar puro aos olhos dos outros, mas impuro aos nossos próprios olhos.
E o que adianta fazer os outros felizes, se a pessoa mais importante do mundo (você) chorar?
Se adequar ao meio que vivo é um princípio bastante comum. Mas até que ponto vai essa acomodação no novo mundo, ou nessa nova era?
Mudança sempre foi uma palavra mágica para o movimento do mundo. Estamos sujeitos a ela quase que 24 horas por dia. Chegamos a um ponto de nos enfadar da maneira como estamos vivendo e passamos a buscar um novo rumo ou algo melhor pra nossa auto-estima.
Tentar ou fingir ser alguém que não somos é um passo errado para a nossa concepção de liberdade. Eu mesmo me sinto preso, porque em muitos casos de minha vida tenho que me esconder atrás de muros e portas que não revelem quem eu sou verdadeiramente só pra não ferir as pessoas que dizem me amarem.
Li uma vez numa tirinha da Mafalda a seguinte frase: “Se não fosse por todos ninguém saberia nada”. E estive me questionando a respeito disso. E percebi que mesmo com todo mundo ninguém sabe de nada.
Enfatizo essa frase nas próprias pessoas. Porque mesmo vivendo rodeado de amigos, rodeado de pessoas, nunca saberemos com certeza quem é quem. O pior não é nem essa parte e sim, quando percebemos que não conhecemos nem a nós mesmos.
Por toda a minha vida ganhei um status de garoto santinho. Santinho não porque não fazia travessuras, mas porque todos me viam como o correto e que nunca errava em suas escolhas. O pior é que tais pessoas achavam isso, mas o que não sabiam é que todas as escolhas que fiz na vida não eram certas, mas levaram-me a um mundo de fingimento constante.
Então o que adianta ganhar um status de alguém perfeito, se a imperfeição está dentro da gente? Por que não enxergamos que ser perfeito é ter defeitos e que todo mundo tem?
Pra finalizar deixo um pedaço de uma música duma banda chamada Rosa de Saron, o qual ganhei um DVD de presente de alguém especial. Onde diz:
“Se tudo está certo, mesmo assim a incerteza existe
Se existe a pureza, mesmo assim há falta da inocência
Se existe alegria, mesmo assim alguém sempre chora”
Viver uma vida onde você não faz o seu papel é estar incerto mesmo que os outros o achem certo. É estar puro aos olhos dos outros, mas impuro aos nossos próprios olhos.
E o que adianta fazer os outros felizes, se a pessoa mais importante do mundo (você) chorar?

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