quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Hoje...
Promessas quebradas...
Planos frustrados...
Não posso especificar nada... só lembro o que outrora foi dito e vejo como de fato se porta o real...
Mas é assim...
Eu devia entender que nada é tão bonito quanto nas promessas...
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Sabe aquele dia?
Sabe quando você está num dia terrível, passou a noite toda ocupado, mal dormiu, fez tudo o que poderia fazer, deu o seu melhor e ainda as pessoas criticam um pequeno erro que você cometeu?
Sabe aquele estresse total que você se encontra, que você sai caminhando e começa a contar todas as coisas que estão te tirando do sério, começa a matutar tudo o que você queimaria e mandaria pro inferno naquele exato momento?
Sabe quando todas as coisas encheram tanto a paciência que você tá pra explodir?
Porém, de repente alguém passa por você, aquela pessoa que você mais ama no mundo, que você está apaixonado com todas as forças, que você simplesmente sente um desejo muito forte, e ela dá um sorriso, cumprimenta você, passa a mão no seu ombro e depois continua o trajeto.
Sabe todo aquele sentimento negativo que se carregava? Simplesmente se foi.
Ah, esse foi um resumo do meu dia.
#Fica a dica
domingo, 16 de maio de 2010
Um dia Você Aprende
Somente me chamou atenção...
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Um dia você aprende
"Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Fobias
Foi mal, só achei esse título adequado... mas confesso que agora nem faz tanto sentido assim...
Eu estava pensando hoje, na verdade passei o dia inteiro pensando... No que fazer... Onde ir... Porque seguir certo conceitos... Porque esperar as coisas acontecerem...
Sei lá... é difícil definir o que senti hoje... Talvez estivesse sentindo algo incomodar... Acho até que posso definir por uma palavra... MEDO
Pensei nas fobias... Quando a gente sente um medo terrívelmente incontrolado, mas que as vezes não sabemos de fato o porque...
Hoje pensei no futuro e senti medo por não saber ao certo a que destinos as minhas escolhas poderão levar...
E então resolvi começar a escrever um poema que quero expor aqui... Terminei agora, porque em cada fase do dia eu escrevia algo nele...
Por que pensar?
Por que querer entender?
Por que tentar encontrar
Respostas para poder viver?
Não é simples o critério
Que aborda o pensamento
Que transgredi o império
Que afugenta o contentamento
Não há honestidade
Na fala do ser mensurado
Persegues a verdade
Inibes o encontrado
Esforça-se no dilema
Que somente a ti tem valor
Desfigura o próprio tema
Arrogante e frio é o terror
Escutas, ó sentimento profano.
De ti tenho desprezo
Não quero sentir teu engano
Não quero sentir teu desejo
Porque mesmo sabendo respostas
Mesmo tendo diferente visão
Mesmo acalentando propostas
Ainda não é claro a tua ambição
Muda-me sem permissão
Ao que impõe os meus sentidos
O clamor perdido sem ação
Que não escuto em meus ouvidos
Escurece a visão inocente
O paladar se faz enterrado
O tato incoerente
O olfato desfigurado
Não olhes para mim
Que não quero degustar tua essência
Pra não me entregar a um triste fim
Sem provar, de fato, a minha existência
Fujo e corro pelo vento
Mesmo sabendo que me procuras
Mesmo assim não me contento
Sou alvo de minhas loucuras
Aqui derramo frágil o olhar sem engano
Porque assim não tenho segredo
Sou frágil, pequeno, tolo e humano.
E admito: também sinto medo.
É... ele ficou assim... então...
Interpretem como quiserem...
segunda-feira, 3 de maio de 2010
"Pensei que você era mais novo"
Sabe uma coisa que me irrita? É alguém chegar pra mim, perguntar a minha idade e dizer que pensou que eu era bem mais novo do que eu realmente sou...Carinha de bebê... aff... ninguém merece...
Hoje conheci uma nova pessoa, conversamos, tava até um clima legal, mas aí veio aquela perguntinha chata de qual é a idade...
Eu respondo... "Tenho 19 anos"...
E aí vem o comentário infame: "Nossa, pensei que você era mais novo, com essa sua carinha de bebê".
Isso me deixou puto... (claro que não vou demonstrar isso na hora, né?) Se quer me chamar de guri, chama de forma mais discreta... tem gente que consegue e eu nem me importo, mas me chamar de bebê, me poupe...
De preferência não chame, se achou que eu pareço mais novo, fique na sua... se tem gente que gosta de parecer mais novo, legal, mas eu detesto...
Ah, quer saber... deixa pra lá...
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Querido Richard
Não é essa a imagem que eu eu queria passar de mim, não é essa a pessoa que eu queria me tornar... Não é essa a minha ambição, muito menos o desejo que tinha pra minha vida...
Mas sabe, é tão complicado mudar... complicado aceitar que eu sou diferente... As vezes me sinto deslocado porque as concepções de minha personalidade batem de frente com o meu desejo de conseguir ser aceito e ninguém se importar com isso...
Queria tanto que você estivesse aqui, queria seus conselhos, suas palavras... Me sentir livre pra me expressar sem correr o risco de me sentir culpado em ferir alguém... Te contar as minhas nóias, os meus pensamentos idiotas...
Sinto sua falta...
Sr. Nunes
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Quem tem valor...
O argumento foi sobre o que sentimos. “Sentimos nosso coração quando sofremos, sentimos nosso pulmão quando tossimos, sentimos nossas mãos quando tocamos, sentimos nossos pênis quando transamos”. Talvez seja até meio vulgar a expressão, mas eu vi uma clareza nisso.
É simples o fato que está exposto. Nós costumamos não dar a mínina pra nada. Se pensarmos bem, só conseguimos perceber as coisas quando de fato elas parecem úteis a nós. Quando simplesmente não estamos necessitando delas, nem ao mínimo lembramos que existem.
Levemos para o lado pessoal. Existe muita gente que age da mesma forma. Muita gente que desvaloriza as outras pessoas.
Li em um blog que falava sobre relacionamentos. Nesse blog vi a expressão “infelizardo”. Que as pessoas ficam com outras por conveniência. E realmente é algo percebível.
A net está cheia de gente que somente procura o prazer, procura diversão. Saem a lugares, boates, festas, haves, movimentos pra poder tirar proveito da situação, por acharem que assim serão felizes.
Uma triste ilusão que as pessoas têm. Não é bem assim que se consegue bem estar. Tudo está relacionado ao valor que damos as pequenas coisas que nos rodeiam.
Aos bons amigos, aos relacionamentos, a família, aos lugares simples e agradáveis. Isso sim demonstra uma verdadeira forma de ter felicidade.
Não sei se ainda acredito em felicidade, ou quem sabe numa felicidade absoluta. Acho isso algo impossível. Mas os momentos felizes ao lado de pessoas que realmente nos amam são a melhor coisa, além de ser uma oportunidade de encontrarmos dignidade em nós mesmos.
Ser verdadeiro com o que nos é verdadeiro.
Finalizo com uma frase bem interessante.
“Não há ninguém que possa saber ou definir. Só você pode dizer quem realmente você é”.
De fato, eu acredito nisso.
Atual Sexus
Muitas coisas que conversamos hoje não ficaram guardadas, nem ao menos podemos lembrar direito depois, mas o fato é que sempre termina em alguma coisa relacionada a sexo ou a putaria.
É um assunto interessante, porque todo mundo tem interesse nisso. Quem não gosta de falar nesse assunto? Acho que a expressão não é bem essa. Vou refazer a pergunta. Que não sente alguma forma de tesão em falar desse assunto? Todo mundo sente desejo ou até mesmo fica excitado quando esse assunto começa, é relativamente natural isso, já que é uma necessidade do ser humano que está ligado a um prazer absoluto.
Mas o que tem me intrigado é que o que mais está acontecendo na atualidade é sexo sem ao menos um conhecimento do parceiro, as vezes rola no primeiro encontro. Ficou meio que algo banal. Sexo por sexo fica interessante pra muitos.
Não estou criticando, nem quero saber como é que você vê isso. Mas eu penso que assim não chega a ser tão prazeroso.
Já participei de coisas do tipo. Já fiz sexo com alguém que nem conhecia. Já passei por muita coisa que ninguém ao menos imagina. Sou alguém um pouco experiente, mas isso só me levou a pensar que sexo por sexo é uma cagada pura.
As vezes há remorso, ou simplesmente aquele pequeno sentimento de culpa. Natural de quem vai pra cama com qualquer um que aparece.
Eu sei de uma coisa. As vezes temos aquela nossa fase puta. As vezes quando perdemos alguém que amamos, e pra não dizer que estamos sofrendo ou que ele faz falta saímos com todos e trepamos com todos também.
É instigante essa característica. Nunca podemos mostrar que sofremos ou que somos fracos, sempre temos que ser os maiorais e que estamos transando.
O fato é que todos têm que ver que eu estou fazendo sexo. Não quero qualidade, quero quantidade.
Será que será valorizado alguém que pensa desse jeito? Que vai pra cama com qualquer um? Quem vai querer algo duradouro com uma coisa que todo mundo já tenha usado?
Sei lá. Não quero abrir parâmetros. Eu sei que já fiz isso, aliás, tenho certeza que até ainda faça, mesmo porque muitas vezes o tesão é quem manda.
Pelo menos eu estou tentando mudar. Tentando…
ID
Engraçado. Mais uma vez eu acordo no meio da madrugada, sem sono algum, num estágio de pensamento constante. Não sei direito o que está acontecendo comigo nesses últimos meses. Não falo pelo fato de estar acordando nesse horário, mas sim pelas coisas que eu estou passando, ou talvez pelas definições e indefinições que tento encontrar a cada dia.
Sempre tive vontade de me entender, sei lá, procurando talvez um grupo em que eu me encaixasse, amigos que fizessem parte de algo em que eu pudesse me envolver e colher algumas explicações e proveitos disso.
Encontrei algumas pessoas que me falaram a respeito disso. Encontrei pessoas que eram faladas e tinham algumas características comentadas por isso. E aí, me joguei nesse pequeno, ou talvez já grande mundo que pensei ser o meu encaixamento.
Busquei explicações, busquei conceitos, busquei estilos de vida pra entender melhor a minha condição. Sempre me vi alguém diferente, me achei meio deslocado do meu mundinho que sempre estive acostumado e buscava sempre algo que eu pudesse dizer: “Esse é o meu lugar”.
Uma busca por identidade.
E eu percebi uma coisa. Que conflitante é a inconstante busca por uma identidade. É provável que todas as pessoas se entreguem a uma relevante emancipação do seu próprio eu para dinamizar a questão do indivíduo.
Eu sempre estive pensando na questão identidade, no fato de estamos sempre ligados a um mundo, mas nunca mostrarmos a ele o que somos ou queremos de verdade.
É como se tivéssemos vergonha de dizer o que compõe o nosso interior ou talvez expor nossas necessidades por imaginar que ninguém é igual a gente ou que talvez não sejamos aceitos por aquilo que a gente é.
Todos nós somos diferentes um do outro. Todos nós possuímos qualidades e defeitos distintos, isso é o que nos torna diferentes a nossa maneira. É uma coisa tão interessante que nós mesmos não nos damos conta disso.
Mas até hoje não entendo o porquê da minha diferença. Não entendo por que tive que nascer com características tão próprias e um padrão tão diferente dos outros familiares que tenho.
Houve momentos em que realmente me vi como um estranho dentro de meus próprios conhecidos. E aí fiquei tão deslocado que senti vontade de sair correndo pra encontrar uma saída.
Meus familiares sempre amáveis, receptíveis, chorosos às vezes, que demonstram tanto sentimento um pelo outro. E eu tive que nascer uma pessoa tão fria, sem sentimentos demonstrados, uma perfeita pedra que não se importava com os sentimentos de ninguém. Se sofressem, se chorassem, se sorrissem, se brincassem, tudo pra mim era uma coisa só.
Mas o fato é que aprendi com o tempo que eu somente fazia isso pra encobrir muitas coisas que eu realmente pensava. Amigos e pessoas me fizeram ver isso.
Eu não queria que ninguém visse o que realmente sentia ou que tinha alguma forma de carinho. Queria ser sempre o imparcial e o mais independente. Pra mim os sentimentos era uma demonstração de fraqueza. E eu não queria ser fraco. Queria ser auto-suficiente.
Só que eu percebi que a coisa não funciona assim. Precisamos dos outros. Precisamos de companhia. É impossível se estar sozinho e conseguir permanecer sozinho.
O fato é que podemos ter uma identidade própria, mas não podemos abrir mão das outras que compõem a nossa vida.
