Assistindo O’Z eu ouvi um comentário interessante. Não sei porque, mas eu curto muito assistir esse seriado. Apesar da violência, apesar das coisas que passa, ele me trás um pouco da realidade de várias pessoas. Na verdade, lá existem conflitos e obstáculos a serem enfrentados. É interessante.
O argumento foi sobre o que sentimos. “Sentimos nosso coração quando sofremos, sentimos nosso pulmão quando tossimos, sentimos nossas mãos quando tocamos, sentimos nossos pênis quando transamos”. Talvez seja até meio vulgar a expressão, mas eu vi uma clareza nisso.
É simples o fato que está exposto. Nós costumamos não dar a mínina pra nada. Se pensarmos bem, só conseguimos perceber as coisas quando de fato elas parecem úteis a nós. Quando simplesmente não estamos necessitando delas, nem ao mínimo lembramos que existem.
Levemos para o lado pessoal. Existe muita gente que age da mesma forma. Muita gente que desvaloriza as outras pessoas.
Li em um blog que falava sobre relacionamentos. Nesse blog vi a expressão “infelizardo”. Que as pessoas ficam com outras por conveniência. E realmente é algo percebível.
A net está cheia de gente que somente procura o prazer, procura diversão. Saem a lugares, boates, festas, haves, movimentos pra poder tirar proveito da situação, por acharem que assim serão felizes.
Uma triste ilusão que as pessoas têm. Não é bem assim que se consegue bem estar. Tudo está relacionado ao valor que damos as pequenas coisas que nos rodeiam.
Aos bons amigos, aos relacionamentos, a família, aos lugares simples e agradáveis. Isso sim demonstra uma verdadeira forma de ter felicidade.
Não sei se ainda acredito em felicidade, ou quem sabe numa felicidade absoluta. Acho isso algo impossível. Mas os momentos felizes ao lado de pessoas que realmente nos amam são a melhor coisa, além de ser uma oportunidade de encontrarmos dignidade em nós mesmos.
Ser verdadeiro com o que nos é verdadeiro.
Finalizo com uma frase bem interessante.
“Não há ninguém que possa saber ou definir. Só você pode dizer quem realmente você é”.
De fato, eu acredito nisso.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
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