O meio com certeza é algo de instigante influência sobre a vida dos seres vivos. Há um fator importante chamado adaptação, aos quais todos nós passamos por isso. Nascemos predispostos a aprender e somos possuídos de talentos que possibilitam maior aspersão dos meios vivenciados.
Intrigante é a forma como nós relacionamos isso com a nossa vida, sempre estamos em busca de um padrão perfeito que se adéqüe a visão de todos que nos cercam. Passamos por cima de nossos limites e até ferimos a nós mesmos. Eu sei que isso acontece, porque eu mesmo passo por isso quase sempre. Como estudante de um lugar desconhecido, tenho exigências a seguir, padrões segmentados em escolhas não feitas por mim, mas por pessoas que se dedicaram em tomar precauções a respeito da minha maneira de viver.
O que adianta chorar ou rir de algo que por conveniência não foi proposto pelo nosso cérebro? Em muitos momentos nos sentimos privados ou retidos nesse mundo de incredulidade que estamos inseridos. Uma vez um grande amigo me falou que “pra tudo temos que fazer sacrifícios, e que antes de qualquer coisa, antes de assumirmos nossa independência temos que nos conformar em seguir as leis regidas pelo grupo ao qual estamos inseridos”.
Isso é uma verdade constante, sacrifícios serão feitos em cada escolha proposta. Não posso afirmar que por obrigação temos que nos conformar com as atitudes e os desprazeres inflados a nossa pessoa.
Entender que somos diferentes um do outro é uma coisa que deve reger nossa vida. Preparar-nos para a reação das pessoas é um fator importante. Outro amigo (J.C) me mostrou que eu tenho que viver de forma natural, fazendo minhas escolhas de acordo com os desejos expostos pela minha mente e que ao fazer isso às pessoas irão se adaptar ao meu modo de pensar. E que “se essas pessoas realmente te amarem elas vão ficar do seu lado”.
Isso é um fato. Não precisamos seguir um padrão mostrado, nem imitar outras pessoas para sermos aceitos, pois assim só estaremos modulando um mundo de hipócritas que não gostam da gente e sim do padrão proposto por outros indivíduos que se acham melhores. Mas ao contrário, temos que seguir nosso auto-padrão, feito de nossas escolhas, feito do nosso jeito pessoal de ser.
Cada um tem um grande potencial e não precisamos de pessoas hipócritas para nos definir. Nós precisamos ser autênticos e livres. Essa é a condição para termos paz. “Eu sei o que sou, eu vivo o que sou”.
Mostrar aos outros o que não somos é enganar a nós mesmo. É nos machucarmos duramente tentando viver pelos outros e não com os outros. Não reconhecendo que quem merece mais atenção em nossa vida, somos nós mesmos. Ser auto-padrão é ser fiel aos seus sentimentos.

Adorei o post, mando hiper bem º/
ResponderExcluirMuito bom, vc é um crâneo. Parabéns.
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